Com a chegada das temperaturas mais amenas, observamos um aumento na circulação de vírus respiratórios, especialmente a Influenza e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Esses vírus são responsáveis por quadros que variam de sintomas leves a complicações graves, como pneumonia, insuficiência respiratória e descompensação de doenças crônicas — principalmente em idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com comorbidades.
A Influenza não é apenas uma “gripe comum”.
Ela pode evoluir rapidamente e levar à necessidade de internação.
O VSR, amplamente conhecido por afetar bebês e crianças, também representa risco significativo para idosos e indivíduos imunossuprimidos.
Por isso, reforçamos a importância de medidas preventivas:
- Vacinação anual contra Influenza;
- Higienização frequente das mãos;
- Ambientes ventilados;
- Etiqueta respiratória (cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar).
Atenção aos primeiros sinais de agravamento clínico
A vacinação é a principal estratégia de prevenção primária e contribui diretamente para a redução de complicações, internações e afastamentos.
Cuidar da saúde respiratória é uma responsabilidade individual com impacto coletivo.
Verifique sua situação vacinal e mantenha suas medidas de proteção atualizadas.
Prevenção é a melhor estratégia em qualquer estação.
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde.
Plano Nacional de Imunizações (PNI) – Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza.
BRASIL. Ministério da Saúde.
Boletim Epidemiológico – Vigilância das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG).
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
InfoGripe – Monitoramento de casos de SRAG no Brasil.



